terça-feira, 3 de abril de 2012

2ªTemporada de Simplesmente Rebelde



41ºCapitulo

No Capitulo Anterior:
(Roberta):E pra voce era melhor que continuasse não existindo,né?
(Diego):Eu nunca disse isso...
(Roberta):Não precisa dizer...eu sei...
(Diego):Eu te dei algum motivo pra voce pensar isso?
(Roberta):Diego isso não vem ao caso...o que importa é...-Fui interrompida.
(Diego):O que importa é voce saber que não ha nada no mundo que eu queira mais do que esse filho...-Ele disse e eu apenas o encarei nos primeiros segundos sem conseguiur dizer uma palavra,apenas deixei cair algumas lágrimas,e ele continuou-Eu quero voce,quero esse filho,quero seus beijos,seus abraços,seus carinhos...eu quero tudo aquilo que a gente viveu de volta...
(Roberta):É tarde demais...-Eu disse não me segurando e deixando muitas lágrimas cairem...
(Diego):Por que voce tem que complicar tudo?Por que sempre ter que fazer as coisas do jeito que acha certo?
(Roberta):Eu so assim Diego...eu não posso e não vo mudar...
(Diego):Eu não quero que voce mude...
(Roberta);E voce quer o que?Que a gente volte e finga que as brigas,as tentativas frustadas,as decepçoes nunca existiram?
(Diego):Em momento algum eu disse isso...
(Roberta):Diego voce não entende?
(Diego):Entender o que?
(Roberta):Que eu te amo...
(Diego):-Ele apenas deixou uma lágrima cair discretamente e balançou a cabeça como se não conseguisse entender...
(Roberta):Eu te amo...mais é tarde demais pra gente voltar e ser aquela familia feliz de antes...
(Diego):Nunca é tarde Roberta!
(Roberta):No nosso caso é...
(Diego):Roberta voce tá grávida!-Ele disse quase gritando!
(Roberta);Eu sei!-Eu disse no mesmo tom dele-E não vai ser só por isso que eu vou voltar pra voce...
(Diego):Voce quer o que?Uma prova de amor?
(Roberta):Não preciso de prova nenhuma...
(Diego):Eu não entendo...
(Roberta):Nem eu...mais,eu sei que é melhor assim...
(Diego):Melhor pra quem?
(Roberta):Pro nosso filho!-Eu disse sentindo mais lágrimas cairem como se dizer aquilo me afetasse...
(Diego):Ficar longe de mim é bom pra essa criança?Tem certeza?
(Roberta):Diego eu sei que não sentido agora..mais um dia voce vai entender...-Eu disse tentando me aproximar dele...
(Diego):Não vo não...-Ele disse se afastando e saindo pela porta.

Pov Roberta
A única coisa que eu fiz depois dele sair foi correr até a janela do meu quarto,que tinha uma visão da frente da minha casa!Chegando lá vejo o Diego indo em direção a seu carro que estava a poucos metros do portão da minha casa...
Antes de entrar no carro,ele olha pra trás...aquilo partiu meu coração...ele nunca irá entender que tudo aquilo era para proteger o nosso filho...aquele momento foi o que eu mais chorei depois do fim do nosso namoro...
Ele entrou no carro,e eu apenas coloquei a mão no vidro como se quisesse parar aquele carro e correr ao encontro do Diego...mesmo com tanta vontade não o fiz...Eu encostei a testa no vidro e bati minha mão varias vezes contra ele,com raiva de mim mesma...O que eu consegui foi apenas ver seu carro saindo da frente da minha casa e virando a esquina...
Naquele momento eu sabia que ele nunca mais iria me perdoar,nunca mais iria voltar pra mim...nunca mais...

Continua...

**:(
 

"A caminho do Verão"


Capitulo 12 da 2ª Temporada 

POV- Lua

Não teve jeito, não consegui falar com o Arthur. Tentei entrar em contato com ele varias vezes, mas nada deu certo. O Rodrigo me ligou, pediu desculpas por ter me beijado e arruinado meu namoro, e ainda me desejou boa sorte. Contei para Mari tudo o que aconteceu. Minha amiga sugeriu que eu desse ao Arthur um tempo, para ele pensar e relaxar. Ela falou que ele devia estar magoado, e homem magoado é a pior coisa que existe no mundo!

Era de madrugada, quando minha irmã convenceu-me à passar numa festa com ela. A festa era do colega de faculdade dela, numa boate megapopular do Rio. Inicialmente eu resisti, mas como era ela que estava dirigindo fiquei sem opção... Chegando ao local, vi o primo do meu ex-namorado, alguns ex-colegas e o Rodrigo.

Minha irmã, ao nos ver juntos, decidiu criar um "clima" entre nós, e nos abandonou. Quando me livrei do Rodrigo, que estava mais estranho que o normal, fui procurar minha irmã. Depois de um tempo desisti, ela provavelmente estava com algum namorado em um canto escuro da boate, fazendo sei la o que!

Para não ter que pedir carona ao Rodrigo, andei até um ponto de táxi, onde vi o Arthur.
Infelizmente vi mais do que desejava.
 
Arthur estava abraçando uma garota, que mais parecia uma modelo internacional. O abraço estava INTIMO demais!

"Arthur!" Gritei, fazendo-o solta-la assustado. Ele se virou e olhou-me assustado.

"Posso ver que você não tem o menor interesse em conversar comigo sobre ontem, afinal  esta muito bem acompanhado." Falo, magoada por ele ter me esquecido tão rápido.

"Ontem? Ontem?" Ele fala, caminhando em minha direção. " Você está com aquele cara a meses!"
"Donde você tirou essa idéia maluca?" Pergunto, sem entender por que ele acha que eu estou a meses com o Rodrigo.

"Lua!" Ele fala, balançando a cabeça e rindo sarcasticamente. " Não se faça de boba. Muito menos de santa, afinal, eu e você sabemos que vocêé bem safadinha" Ele fala, com um sorriso debochado.

Olho-o e sequer o reconheço. Não consigo nem mesmo responde-lo. Eu estava me sentido exposta, humilhada! Respirei fundo e falei:

"Não que seja da sua conta, mas ontem foi a primeira vez que eu fiquei com o Rodrigo." Falo.
Ele olhou-me e...

Continua... 
                                                                                              Escrita por : Amanda

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Addicted - 4°Capitulo

Addicted - 4°Capitulo


‘Vocês podem esperar uns minutos lá fora?’ O médico sorriu simpático e eu e Katia saímos do quarto deixando-o sozinho com Arthur. Hoje ele enfim receberia alta e voltaria para casa, mas segundo ele, antes de tudo quer conhecer o Diego. Nem preciso comentar que meu sorriso ao ouvir-lo dizer isso quase rasgou meu rosto né? 



Alguns minutos depois Arthur e o medico saíram do quarto. ‘Pronto meu rapaz, tá liberado.’ O médico deu uns tapinha nas costas dele que sorriu animado.
‘Brigada doutor, por tudo.’ Katia apertou a mão dele e sorriu. Ele acenou pra mim e saiu logo depois nos deixando no corredor. ‘Vamos?’ Katia pegou a mão de Arthur e ele me estendeu a outra, sorri e fui para seu lado.
‘As duas mulheres da minha vida.’ Ele sorriu enquanto caminhávamos para a saída do hospital e eu senti meu rosto arder.

‘Então, vamos pra sua casa agora, Lu?’ Katia me olhou sorrindo e eu balancei a cabeça positivamente.
‘Eu vou ver meu filho!’ Arthur me olhou animado e eu sorri sincera. Fomos todo o caminho até em casa conversando sobre Diego, Katia parecia tão ansiosa quanto Arthur para vê-lo. Desde o acidente eles tinham se visto muito pouco.
‘Tô nervoso.’ Arthur deu um risinho tímido quando paramos na porta do apartamento.
‘Hey, vai dar tudo certo.’ Sorri e apertei sua mão. ‘Eu entro primeiro e vocês vêm logo depois ok?’ Olhei para os dois e eles sorriram concordando.

Abri a porta de casa respirando fundo e segundos depois Diego veio correndo ao meu encontro. ‘Sua surpresa chegou, meu pequeno.’ Falei baixo e ele sorriu. ‘Fecha os olhos.’ Ele obedeceu e eu o peguei pela mão, me agachei ao seu lado e sorri pra Arthur que já tinha os olhos cheios de lágrimas. ‘Pode abrir.’ Sussurrei no ouvido dele que na mesma hora abriu os olhos e estampou um sorriso imenso.
‘Paaai!’ Ele correu para Arthur que se abaixou e o pegou no colo. Na mesma hora senti as lágrimas grossas rolarem por meu rosto, e Arthur não estava muito diferente.
‘Heey campeão, como você tá?’ Ele colocou Diego no chão e se ajoelhou.
‘Sódadi!’ Diego sorriu e abraçou Arthur pelo pescoço. Eu ri baixinho lembrando que ensinei Diego a falar “saudade” um pouco depois do acidente, e desde então ele sempre fala “pai” e “sódadi”. 



Arthur me olhou sorrindo e eu retribuí enxugando as lagrimas. ‘Vó!’ Diego se soltou de Arthur e abraçou Katia.
‘Então meu amor, gostou da surpresa?’ Me aproximei e Diego balançou a cabeça sorrindo, depois voltou a atenção para avó.
‘Ele é lindo, Lu!’ Arthur sorriu me abraçando pela cintura e eu mexi a cabeça confirmando. ‘Ele tem meus olhos, meu nariz e a sua boca.’ Ele deu risada lembrando do que eu tinha lhe dito no hospital. ‘Brigada por ter me dado um filho assim.’ Ele sorriu e me deu um selinho. Sim, assim sem mais nem menos. Sorri sem graça sentindo meu rosto arder.
‘Metade dos créditos são seus.’ Pisquei e ele deu risada.
‘Pai.’ Diego o puxou pela calça e nós dois nos abaixamos pra ficarmos da altura dele. ‘Páqui.’ Ele sorriu e Arthur me olhou sem entender.
‘Você costumava ir com ele pro parque que tem aqui perto.’ Expliquei e Arthur balançou a cabeça compreendendo.
‘Você quer ir pro parque, filhão?’ Ele bagunçou os cabelos de Diego que concordou sorrindo.
‘Arthur, não é melhor você ir pra casa descansar?’ Katia perguntou preocupada, mas Arthur balançou a cabeça negativamente.
‘Chega de descanso mãe, já passei tempo demais deitado em uma cama de hospital.’ Ele pegou Diego no colo. ‘Vamos brincar no parque!’ Ele sorriu pra Diego que bateu palmas animado.

Fizemos o caminho de volta até o carro enquanto Diego brincava com os cabelos de Arthur e eu ria da cena. Entramos no carro e Arthur colocou o filho no colo. Diego encostou a cabeça no ombro dele e ficou observando as casas passarem pela janela. Arthur pegou minha mão e sorriu pra mim, eu retribui e desviei o olhar para a janela enquanto ele acariciava minha mão.
‘Páqui!’ Diego apontou pela janela minutos depois quando estacionamos. Soltamos do carro e fomos até um lugar com alguns bancos e um parque onde algumas crianças brincavam sendo observadas de perto por suas mães e babás. ‘Bincá!’ Diego sorriu puxando a mão de Arthur e os dois foram pro parque enquanto eu e Katia sentamos em um banco observando os dois brincarem.

‘Eu senti falta disso.’ Falei abraçando minhas pernas e Katia sorriu pra mim. ‘Acho que muito mais pelo Diego que por mim, não agüentava mais ter que mentir pra ele.’ Suspirei.
‘Eu sei que não deve ter sido nada fácil Lu, e eu também não fui uma boa avó esse tempo todo, achei até que o Diego nem saberia mais quem eu sou.’ Ela forçou um sorriso.
‘Que nada Katia, eu compreendo. Você sofreu muito com toda essa historia de acidente, dedicou todo seu tempo ao Arthur. Hoje em dia eu compreendo perfeitamente o amor de uma mãe com um filho, o Arthur é tudo na sua vida, assim como o Diego é na minha.’ Sorri pegando em sua mão.
‘Ah Lu, Arthur não poderia ter arrumado uma mãe melhor pro filho dele.’ Ela riu e eu fiquei sem graça. ‘Sabe que quando ele foi desesperado me perguntar o que ele faria quando descobriu que teria um filho eu sinceramente pensei que você fosse qualquer uma que ele tinha encontrado por aí, que seria uma irresponsável, pensei até que talvez você quisesse tirar o filho, principalmente depois que ele me falou que você só tinha 16 anos. Depois eu te conheci e assim que eu te olhei sabia que você não era assim, por mais que eu ache que você e o Arthur foram irresponsáveis por não terem se cuidado direito, pelo menos ele acertou na escolha da garota.’ Ela sorriu sincera e eu retribuí.

Ficamos algum tempo ali sentadas conversando e observando Diego e Arthur brincarem. Arthur parecia se divertir como nunca, às vezes parecia mais criança que o filho.
‘Ai, tô acabado!’ Arthur deitou no banco rindo e apoiou a cabeça em meu colo.
‘Sôveti!’ Diego apontou uma sorveteria ali perto.
‘Vamos Diego, a vóvó vai comprar um sorvete pra você!’ Katia se levantou animada e pegou Diego pela mão levando-o até a sorveteria.
‘E então?!’ Olhei pra Arthur ainda deitado em meu colo e ele sorriu.
‘Achei que ele fosse me odiar pra falar a verdade. Não sabia que levava tanto jeito com criança.’ Ele fez careta e eu dei risada.
‘Você sempre levou Arthur, era sempre você que vinha aqui o com Diego, aliás ele sempre pedia pra você vir com ele. Acho que ele gosta mais de você do que de mim.’ Fiz bico e Arthur balançou a cabeça rindo.
‘Até parece que ele vai gostar mais do pai que o abandonou durante sei lá quanto tempo do que da mãe linda dele.’ Ele piscou e eu senti meu rosto queimar completamente. Balancei a cabeça e voltei minha atenção para as crianças que ainda brincavam no parque. ‘Lu, você até hoje não respondeu minha pergunta.’ Ele sorriu.
‘Que pergunta?’ Me fiz de desentendida ainda sem olhá-lo. Ele sentou virando de frente pra mim e passou um braço por cima das minhas pernas apoiando-o do meu outro lado.

‘Você não sabe mentir.’ Ele sorriu vitorioso me olhando de frente. Eu bufei balançando a cabeça e olhei pro outro lado. Arthur continuou parado na mesma posição ainda esperando alguma resposta.
‘Eu sei.’ Falei quando não agüentava mais o silêncio. ‘Você sempre disse isso e eu sempre odiei!’ Dei de ombros voltando a encará-lo.
‘Lu, dá pra você parar de me enrolar e responder logo?’ Ele falou num tom bravo, mas continuava sorrindo.
‘Eu não sei do que você tá falando, Arthur.’ Dei de ombros ainda fingindo não lembrar da maldita pergunta que ele me fez no hospital alguns dias atrás.
‘Tá, você quer que eu repita, certo? Então me fala, o que você sentia por mim?’ Ele repetiu a maldita pergunta, eu senti meu estomago embrulhar e suspirei.
‘Pra que você quer saber Arthur? O que importa é o presente não o passado.’ Falei olhando minhas mãos e brincando com meus dedos.
‘Lu, pra mim importa tudo. Passado, presente e futuro! Tudo isso é estranho pra mim, eu te conheço há duas semanas, mas sinto como se te conhecesse da vida inteira. Eu sinto como se conseguisse te decifrar perfeitamente, como se eu te conhecesse melhor do que ninguém entende?’ Ele me olhou sério e eu fiquei sem reação ainda absorvendo as palavras dele.
‘Eu...não sei, Arthur.’ Suspirei evitando seu olhar.
‘Dois anos de convivência e você não sabe o que sentia por mim?’ Ele levantou a sobrancelha.
‘Porra Arthur, que saco! Se eu disser que era completamente apaixonada por você vai mudar alguma coisa na sua vida, droga?’ Falei alto sem paciência e ele sorriu.
‘Muda mais do que você imagina.’ Ele falou aproximando o rosto do meu e eu senti meu coração querer sair pela boca.

Por um lado eu queria sair correndo dali e rezava pra mais uma vez alguém nos atrapalhar, tinha medo de tudo estar indo rápido demais, mas por outro eu queria aquilo mais que tudo. Eu sentia tanta falta do beijo dele, dos toques dele, dos carinhos dele. Suspirei fraco vendo que daquela vez não teria escapatória e senti o nariz dele encostar no meu. Arthur beijou o canto da minha boca e sorriu fraco passando o nariz por minha bochecha. Eu me sentia completamente entorpecida, e estava sem reação alguma. Senti a mão dele em minha cintura e segundos depois sua boca encostou na minha. As borboletas em meu estomago pareciam querer sair voando pela minha boca, minha cabeça girava com algumas lembranças do nosso passado, mas tudo que eu queria realmente estava ali. Ele passou a língua lentamente e eu abri minha boca sentindo novamente o gosto do beijo dele que eu sentia tanta falta. Levei minha mão até sua nuca e fiquei brincando com seu cabelo enquanto ele apertava minha cintura. Uma sensação boa passava por todo meu corpo, era como um formigamento gostoso que me fazia arrepiar por completo. Arthur partiu o beijo e sorriu me dando vários selinhos e depois desceu a boca até meu pescoço.
‘Arthur pára, a gente tá num parque com várias crianças.’ Falei rindo puxando-o levemente pelo cabelo.
‘É bom que elas já vão aprendendo.’ Ele sorriu maroto e eu balancei a cabeça dando um tapinha em seu braço. Ouvimos a voz de Diego se aproximando e ele me deu um ultimo selinho sentando-se direito no banco.

‘Hey meu príncipe, tomou sorvete?’ Sorri botando Diego em meu colo enquanto Katia sentava ao meu lado. Ele balançou a cabeça sorrindo e eu beijei sua bochecha. ‘Vamos pra casa? Papai tá cansado e precisa descansar né?’ Sorri olhando pra Arthur e ele concordou.

Nos levantamos e voltamos pro carro seguindo o caminho até em casa em silêncio. Quando chegamos eu soltei com Diego e ele olhou significativamente pra Arthur como se questionasse o porque dele não ter soltado ainda.
‘Ei campeão, o papai vai passar um tempo na casa da vovó, mas ele vem te ver sempre, tá bom?’ Arthur falou agachado na frente de Diego que balançou a cabeça concordando, mas mesmo assim fazendo bico. ‘Tchau Lu!’ Ele se levantou me deu um beijo na bochecha e voltou pro carro.
‘Tchau Arthur! Tchau Katia!’ Sorri para os dois já dentro do carro e eles saíram logo em seguida.
‘Gostou de ver o papai?’ Olhei pra Diego e ele concordou sem dizer nada. Percebi seus olhos quase fechando e sorri. ‘Ê que sono hein meu amor? Vamos logo entrar pra você tomar um banho e dormir!’ Peguei Diego no colo e entrei em casa sorrindo pra mim mesma.

2ªTemporada de Simplesmente Rebelde


40ºCapitulo
No Capitulo Anterior:
(Diego):Roberta por que voce tá fazendo tudo isso?-Ele disse em um tom baixo e se aproximando de mim,e eu subitamente me afastei dele.
(Roberta):Diego...-Fui interrompida...
(Diego):Eu sei que tá acontecendo alguma coisa e se tiver haver comigo eu tenho o direito de saber...voce pode ter deixado de me amar mais por tudo que a gente viveu,por tudo que a gente já sentiu um pelo o outro...me conta o que tá acontecendo...
(Roberta):Diego...-Eu disse já chorando-Diego eu to grávida.-Eu disse com os olhos fechados e num tom de sofrimento.
(Diego):Gravida?V-v-voce tem certeza?
(Roberta):É obvio né Diego!
(Diego):E eu sou o pai?
(Roberta):Não!Magina!O pai é um E.T. que me fez uma visitinha!...-Eu disse sendo sarcástica-...É claro que voce é o pai!
(Diego):Roberta isso não é hora pra brincar!
(Roberta):Muito menos pra fazer pergunta estúpida!
(Diego):A quanto tempo voce sabe disso?
(Roberta):A 2 meses e meio mais ou menos...
(Diego):E me escondeu tudo isso por que?
(Roberta):Eu não queria que voce soubesse...
(Diego):Isso já tá claro...eu quero saber o por que!
(Roberta):Eu precisava de tempo pra pensar...pra cair na real..sei lá!Eu achei que voce ia querer esse filho...
(Diego):Voce nem perguntou isso pra mim...
(Roberta):E precisava perguntar?A gente brigo um monte por causa desse filho...
(Diego):Que nem existia ainda naquela época...
(Roberta):E pra voce era melhor que continuasse não existindo,né?
(Diego):Eu nunca disse isso...
(Roberta):Não precisa dizer...eu sei...
(Diego):Eu te dei algum motivo pra voce pensar isso?
(Roberta):Diego isso não vem ao caso...o que importa é...-Fui interrompida.
(Diego):O que importa é voce saber que não ha nada no mundo que eu queira mais do que esse filho...-Ele disse e eu apenas o encarei nos primeiros segundos sem conseguiur dizer uma palavra,apenas deixei cair algumas lágrimas,e ele continuou-Eu quero voce,quero esse filho,quero seus beijos,seus abraços,seus carinhos...eu quero tudo aquilo que a gente viveu de volta...
 
Continua...

 

Diego e Roberta passam a noite juntos


Diego e Roberta passam a noite juntos

Todos os rebeldes já sonharam com a sua primeira vez. Uns chegaram mais perto de consumá-la do que outros. No caso de Roberta e Diego, a noite de amor teve direito a barraca, chuva e muito romance.  Dessa vez, não vai ter acampamento, mas uma cama bem confortável. Isso porque os rebeldes vão passar a noite juntinhos na casa de Eva e Franco!

Tudo começa quando Diego pede para dormir na casa de Roberta de modo a evitar o choro de seus irmãozinhos. Eva fica surpresa, mas aceita a ideia. Então, os rebeldes passam a noite juntos.
E aí, será que finalmente vai rolar a tão aguardada primeira vez? Isso você só vai saber no capítulo desta quarta (4)!

domingo, 1 de abril de 2012

2ªTemporada de Simplesmente Rebelde


39ºCapitulo
No Capitulo Anterior:
 
Pov Roberta
E eu estava pensando no Diego como sempre...e tbm estava pensando na minha gravidez...
Eu já estava de 3 meses!Ainda não dava pra perceber que eu estava grávida e apenas Pedro e Carla sabiam da minha gravidez...Nem a minha mãe não sabia,e o único motivo que dela não descobrir e nem desconfiar de nada foi que ela estava viajando,estava fazendo uma turnê pelo Brasil e só voltaria daqui a 2 meses!
Eu estava viajando pensando em tudo isso ao mesmo tempo quando de repente ouço alguem batendo na porta...
Abro e tenho a maior surpresa que eu poderia ter...
 
(Roberta):Diego?Oqe voce tá fazendo aqui?-Disse surpresa.
(Diego);A gente precisa conversar.-Ele disse com a mão no bolso da calça.
(Roberta):A gente não tem nada pra conversar.-Eu disse tentando fechar a porta,mais ele não deixou e a empurrou com o mão.-O que voce quer?-Eu disse soltando a porta pois percebi que ele não iria desistir.
(Diego):Eu quero saber por que voce saiu da banda...
(Roberta):Diego eu não te devo satisfações desde que a gente termino!
(Diego):Mais isso não tem haver com a gente,tem haver com banda que voce destruiu por sei lá que motivo...
(Roberta):Eu tenho os meus motivos...
(Diego):Eu quero saber que motivos são esses...
(Roberta):Eu já disse que eu não te devo satisfações...
(Diego):Eu não vou sair daqui enquanto voce não me responder...me diz,isso tem alguma coisa haver comigo?
(Roberta):O mundo não gira em torno do seu umbigo sabia?
(Diego):Mais o meu mundo gira em torno de uma mulher que num dia diz que me ama e no outro simplesmente me abandona...
(Roberta):Diego sai daqui por favor!-Eu disse deixando uma lágrima saindo sem querer.
(Diego):Roberta por que voce tá fazendo tudo isso?-Ele disse em um tom baixo e se aproximando de mim,e eu subitamente me afastei dele.
(Roberta):Diego...-Fui interrompida...
(Diego):Eu sei que tá acontecendo alguma coisa e se tiver haver comigo eu tenho o direito de saber...voce pode ter deixado de me amar mais por tudo que a gente viveu,por tudo que a gente já sentiu um pelo o outro...me conta o que tá acontecendo...
(Roberta):Diego...-Eu disse já chorando-Diego eu to grávida.-Eu disse com os olhos fechados e num tom de sofrimento...
 
Continua...
 
  (*Deixe sua opinião...Comente*)

Addicted- 3° Capitulo

Addicted- 3° Capitulo

Incrível como toda vez que eu entro nesse hospital meu estomago começa a dar voltas e meu coração acelera de imediato. Agora é tão estranho caminhar por esses corredores que por tanto tempo foram minha segunda casa, cansei de dormir nesses bancos e acordar no outro dia toda dolorida. Já sei o trajeto até o quarto dele de cor, e a maioria das enfermeiras por aqui já me conhecem. Caminhei um pouco apressada e parei suspirando na porta do quarto 311, fiquei alguns instantes fitando minha própria mão encostada na maçaneta, até finalmente resolver gira-la e entrar no quarto. 

‘Lu!’ Fui recebida por um sorriso sincero de Arthur e senti as borboletas fazerem uma festa em minha barriga. Katia também me olhou sorrindo e eu retribuí tímida. 
‘Olá minha querida. Tudo bem?’ Ela me abraçou e eu balancei a cabeça positivamente. ‘Bom, agora quer a Lu chegou eu vou sair porque tenho alguns problemas pra resolver.’ Ela me soltou e pegou a bolsa. ‘Algum problema pra você Lu?’ Eu balancei a cabeça. 
‘Não, nenhum Katia. Pode ir tranqüila.’ Sorri sincera e ela retribuiu mandando um beijo no ar pro Arthur e saindo logo em seguida. Fiquei alguns segundos fitando a porta que acabara de se fechar até sentir Arthur me encarando e me virar pra ele sentindo o rosto arder. ‘Hey!’ Me aproximei da cama sorrindo. 
‘O médico falou que daqui a uns 4 dias eu posso receber alta.’ Ele falou animado sentando na cama. ‘Quero voltar logo pra casa, não agüento mais esse quarto. Quero ensaiar com os caras também, se eu ainda lembrar como toca.’ Ele olhou para as próprias mãos. 
‘Claro que lembra Arthur, você sempre tocou super bem.’ Sorri acariciando o braço dele. 
‘Você demorou pra vir me ver.’ Ele fez bico e eu fiquei com vontade de pular em cima dele. ‘Algum problema?’ Ele me olhou preocupado e eu neguei com cabeça. 
‘Não, nenhum. Só fiquei um pouco cheia de trabalho na faculdade, e o estágio também que me cansa.’ Suspirei. Passei a semana inteira querendo ver Arthur novamente, mas cada dia chegava mais tarde em casa. E também não podia deixar o Diego lá todos os dias. ‘Ah, lembrei de uma coisa que eu trouxe pra você!’ Falei sorrindo e pegando uma foto que eu coloquei na bolsa antes de sair de casa. 
‘O Diego!’ Ele falou animado olhando para uma foto que havia sido tirada uma semana antes do acidente. Nela estava o Diego fazendo careta no colo de Arthur enquanto ele me abraçava pela cintura e eu ria. ‘Ele é lindo, Lu.’ Arthur sorriu ainda mais. 
‘Eu te disse.’ Falei sorrindo. Ele me olhou e depois voltou a atenção para a foto, ficou alguns instantes olhando pra ela e sorrindo. ‘Ele sente sua falta.’ Falei baixo e Arthur me olhou sério. 
‘O que você diz pra ele?’ Arthur botou a foto na mesa ao lado da cama. 
‘Que você tá viajando.’ Dei de ombros. ‘Antes costumava dar certo, mas agora sinto que de certa forma ele não acredita mais.’ Mordi o lábio tentando controlar algumas lágrimas que insistiam em querer cair. 
‘Hey.’ Arthur me abraçou pela cintura de forma que eu sentasse na beira da cama. ‘Lu, eu vou receber alta daqui a alguns dias, e a primeira coisa que eu vou querer fazer é conhecer o meu filho, o nosso filho.’ Ele sorriu meigamente e eu balancei a cabeça concordando. Ficamos alguns minutos abraçados em silêncio, apenas sentindo a presença um do outro. ‘Será que o Diego sente raiva de mim por eu ter ficado esse tempo todo sem dar noticia?’ Ele me encarou com o rosto próximo ao meu. 
‘Claro que não, Arthur.’ Sorri fraco. ‘Você é o pai dele e nada muda isso, ele te ama.’ Encarei os olhos dele que não se decidiam entre olhar para meus olhos ou minha boca. Ele se aproximou um pouco fazendo com que nossos narizes quase se encostassem e meu coração querer sair pela boca. Mais alguns segundos nos encarando e quando eu senti no nariz dele tocar no meu, uma batida na porta fez com que eu pulasse mais de um metro de distância dele. 

‘Licença.’ Uma enfermeira entrou sorrindo no quarto e eu respirei um pouco aliviada. Talvez as coisas estivessem indo rápido demais. ‘Então Arthur, como você tá?’ Ela sorriu anotando algumas coisas em uma prancheta. 
‘Tô ótimo.’ Ele riu sem graça e me olhou logo depois. Forcei um sorriso e desviei o olhar para a janela. 
‘Que tal dar um passeio aqui pelos corredores?’ A enfermeira sugeriu animada. ‘Esticar um pouco as pernas, o que acha?’ Ela olhou pra Arthur e ele balançou a cabeça concordando. 
‘Ela pode ir comigo?’ Ele apontou pra mim e a enfermeira sorriu concordando. 
‘Vocês formam um casal lindo.’ Ela nos olhou de um jeito apaixonado e eu sorri sem graça. 
‘Olha, é o nosso filho.’ Arthur sorriu como uma criança mostrando a foto que eu tinha lhe dado minutos antes.
‘Ah, vocês tem um filho?’ Ela pegou a foto e sorriu. ‘Que menino lindo!! Como ele chama?’ Ela nos olhou devolvendo a foto pra Arthur. 
‘Diego.’ Respondi enquanto ele botava a foto novamente na mesinha. 
‘Ah que gracinha. Vocês são uma linda família.’ Ela sorriu sincera e eu retribuí. ‘Vamos Arthur?’ Ela abriu a porta para que eu e Arthur passássemos e depois andou ao nosso lado. ‘Bom, normalmente eu acompanho o paciente, mas como você está muito bem acompanhado Arthur, vou olhar outros pacientes.’ Ela sorriu e se afastou virando em um corredor logo a frente. Um silêncio se instalou entre mim e Arthur, talvez ainda estivéssemos confusos sobre a grande aproximação que tivemos instantes atrás. 

‘Odeio silêncios constrangedores.’ Ele falou de repente me fazendo rir. 
‘Então, quando sair daqui você vai pra casa da sua mãe?’ O olhei séria. Eu ainda morava na casa que a gente dividia, já que tinha vendido meu antigo apartamento desde que me mudei pra casa de Arthur. Na verdade seria estranho agora, porque a gente divide o apartamento, mas a verdade é que ele é do Arthur, sempre foi. 
‘Provavelmente. Minha mãe vai querer ficar o dia inteiro grudada em mim.’ Ele sorriu sem graça. Era verdade, do jeito que a Katia é coruja, ela não ia querer se separar dele nem por um segundo. ‘Então, o Diego já estuda?’ Arthur mudou completamente de assunto e eu sorri com o interesse dele pelo filho. 
‘Uhum, entrou há pouco tempo, ainda tá se adaptando.’ Botei as mãos no bolso e continuamos andando lentamente pelo corredor quase vazio. 
‘Antes ou depois do acidente?’ Ele me olhou e eu sorri fraco. 
‘Um pouco antes. Fomos juntos com ele no primeiro dia de aula, aliás, na primeira semana a gente teve que ir porque ele tinha medo de ficar sozinho, depois ele fez alguns amiguinhos.’ Suspirei lembrando de alguns acontecimentos um pouco antes do acidente. 
‘É estranho ouvir minha vida contada por outra pessoa.’ Ele riu baixo balançando a cabeça. ‘Se não tivesse acontecido esse acidente, como estaria nossa vida, Lu?’ Ele me olhou sério e eu fiquei algum tempo calada. 
‘Não acho que teria mudado muita coisa.’ Dei de ombros. ‘A gente estaria no mesmo apartamento, cuidando do Diego. Você com a banda e eu com a faculdade e o estágio. Seria uma vida normal, Arthur.’ Sorri fraco e ele retribuiu. 
Seguimos pelo corredor conversando sobre nossas vidas, Arthur agora perguntava sobre mim, sobre a faculdade, o estágio. E eu estaria mentindo se dissesse que ele não parecia interessado em tudo. 
‘Ah, acabou nosso passeio.’ Fiz uma voz de criança e Arthur riu entrando no quarto. ‘Daqui a pouco a Katia deve tá chegando.’ Falei me encostando na cama e Arthur se sentou ao meu lado. 
‘Lu, você erm...’ Ele me olhou como se pensasse no que falar e eu levantei a sobrancelha. 
‘Eu...’ Mexi a cabeça pra que ele continuasse. 
‘O que você...sentia por mim?’ Ele me olhou nos olhos daquela forma que faz com que eu me sinta vulnerável, parece que ele consegue ler minha alma. Fiquei algum tempo encarando os olhos dele sem reação, meu coração batia tão acelerado que fiquei com medo dele ouvir. Sentia o olhar angustiado de Arthur sobre mim e sua respiração pesada que parecia se aproximar cada vez mais. Eu me sentia incapaz de falar qualquer coisa ou de mexer um músculo sequer. 
Mais uma vez uma batida da porta fez com que eu pulasse a mais de um metro de distância de Arthur e ele suspirou passando a mão pelo cabelo. 

‘Voltei!’ Katia entrou sorridente no quarto e eu agradeci mentalmente. ‘Aconteceu alguma coisa Lu? Você tá pálida!’ Ela me olhou preocupada e eu forcei um sorriso. 
‘Não não, tá tudo bem. Eu...preciso ir pra casa.’ Falei rápido pegando minha bolsa. Sorri para Katia e olhei receosa pra Arthur que sorriu fraco, retribuí e saí da sala o mais rápido possível. 

Fui o caminho inteiro até em casa pensando nas palavras de Arthur. Por que ele queria saber o que eu sentia por ele? Iria fazer alguma diferença afinal? Bufei pegando as chaves de casa e quando abri a porta fui recebida por um Diego sorridente. 
‘Mãããe.’ Ele veio correndo e me abraçou. Minha maior felicidade é sem duvidas chegar em casa e ser recebida com um sorriso do meu filho. 
‘Own meu pequeno. Tudo bem?’ Sorri pegando-o no colo e indo sentar no sofá. Ele balançou a cabeça positivamente. ‘Daqui a alguns dias eu acho que você vai ter uma surpresa, meu amor.’ Falei lembrando das palavras de Arthur sobre querer ver logo o Diego. 
‘Papai?’ Ele sorriu como se já soubesse. 
‘É surpresa danadinho.’ Mordi de leve a bochecha dele que riu alto. Sem duvidas ele sabia que era alguma coisa relacionada ao Arthur.
 


Por:: Teens-Rebeldes

Addicted - 2° Capitulo

Addicted - 2° Capitulo


Entrei na sala sentindo meu coração querer sair pela boca a cada passo que eu dava, tentei controlar minha respiração que já estava completamente descompassada, mas não consegui. Calma era a única coisa que eu não teria ali naquele momento. Olhei pra Katia que já estava do lado da cama de Arthur e ela balançou a cabeça como se mandasse eu me aproximar, suspirei pela ultima vez e caminhei devagar até o pé da cama. 



Meu olhar subiu devagar dos pés até o rosto dele, senti as borboletas em meu estomago exatamente como da primeira vez que o vi, era como se um alivio tivesse percorrendo todo meu corpo trazendo a alegria de volta pra meu coração. 

‘Arthur.’ Katia o chamou baixo tocando em seu braço e eu senti que podia desmaiar a qualquer momento. Arthur lentamente abriu os olhos e piscou algumas vezes antes de sorrir pra mãe. Eu também sorri, só que pra mim mesma. Ver aquele sorriso novamente era como se eu também tivesse voltado a viver. ‘Filho, essa é a Lu.’


 Ela sorriu apontando pra mim e os olhos de Arthur se moveram lentamente em minha direção. Eu não sabia direito como reagir, uma parte de mim queria correr e abraça-lo, a outra queria sair correndo dali. Olhei para meus próprios pés com medo de encarar Arthur nos olhos e finalmente saber que tudo isso não foi só um pesadelo, aquilo tudo era minha realidade, minha vida. 


Suspirei mordendo o lábio e levantei minha cabeça calmamente até meus olhos encontrarem os dele eu sentir uma pontada em meu coração. Ele não tinha mais aquele brilho no olhar de antigamente, agora seus olhos tinham uma mistura de angustia e dúvida que me deixavam ainda mais apavorada. 



Tentei sorrir apesar do desespero, mas não deu muito certo e eu preferi morder o lábio sem saber direito o que fazer. 
‘Lembra que eu te falei da Lu hoje mais cedo?’ Katia perguntou no mesmo tom de voz baixo. Arthur sorriu balançando positivamente a cabeça. ‘Lembra que eu te falei sobre uma criança...’ Katia sorriu meigamente e ele novamente balançou a cabeça. 
‘O Diego!’ Ouvir ele falar o nome do nosso filho foi sem duvidas a maior alegria desses últimos dois meses. Não consegui controlar as lágrimas que escorriam rápido por meu rosto enquanto eu sorria apertando minhas próprias mãos. ‘Ele não veio?’ Arthur olhou sorrindo pra mim e eu passei a mão rápido pelo rosto enxugando as lagrimas e funguei pra controlar o choro. Fiquei alguns segundos apenas observando ele sorrir pra mim, era como se meu coração tivesse voltado a pulsar normalmente. 
‘Não, ele... ele tá na escola uma hora dessa.’ Sorri nervosa dando ma olhada no relógio do meu pulso. Realmente essa hora Diego está na escola. Falei com ele algumas horas atrás, antes dele sair de casa. 
‘Filho, acho que a Lu tem algumas coisas pra contar pra você. Talvez uma certa história, sobre dois certos jovens inconseqüentes.’ Katia piscou pra mim eu fiquei sem reação. Achei que ela mesma já tivesse contado tudo pro Arthur. ‘Lu, achei que essa seria a sua parte. Você sabe melhor do que ninguém essa historia.’ Ela sorriu se aproximando de mim. ‘Não tenha medo Lu, ele não lembra de nada, mas tenho certeza que vai adorar ouvir a historia pra própria vida contada por alguém que fez parte da vida dele nesses 3 últimos anos mais do que ninguém.’ Ela me deu um beijo na testa, beijou a bochecha de Arthur e depois saiu do quarto. 

Mordi meu lábio nervosa sentindo o olhar de Arthur sobre mim como se me analisasse. O olhei sem saber direito o que fazer e ele sorriu como se tentasse me passar confiança. 
‘Então Arthur, como você tá se sentindo?’ Me aproximei tentando controlar as lágrimas que já enchiam meus olhos. Toquei o braço dele sentindo sua pele quente e sorri instantaneamente. Ele desviou o olhar do meu rosto até seu braço, no lugar em que eu tocava. Retirei minha mão lentamente dali ao perceber seu olhar de duvida, cruzei os braços e sorri pra ele que retribuiu. 
‘Agora to melhor, já dormi um pouco, tomei os remédios, comi alguma coisa. Acho que já to pronto pra ter alta.’ Ele falou animado e eu ri balançando a cabeça. Arthur sempre foi ansioso, sempre queria as coisas pra agora, pra esse segundo. 
‘Hey, devagar mocinho.’ Falei brincando num tom de reprovação e ele abriu um sorriso imenso. ‘Que foi?’ Falei ao reparar o sorriso dele. 
‘Nada, mas você pareceu minha mãe falando.’ Dei risada e lembrei que não era a primeira vez que ele me falava aquilo. Às vezes eu agia como a mãe dele, e ele sempre reclamava quando isso acontecia. ‘Então, qual a historia que você tem pra me contar?’ Ele me olhou sério e eu suspirei sem saber direito o que responder. 
‘Olha Arthur, eu sei que pra você é como se eu fosse uma estranha, eu to aqui conversando normalmente, mas sei que na verdade você deve tá se perguntando quem eu sou exatamente.’ Parei pensando um pouco por onde começar. 
‘Bom, eu sei que você é a mãe do meu filho, não é como se você fosse uma estranha, quer dizer...de certa forma.’ Ele me olhou em duvida e eu sorri. 
‘Hm...eu vou tentar resumir os últimos 3 anos da sua vida ok?!’ O olhei e ele balançou a cabeça. ‘Bom, pelo menos as partes que eu apareço ou sei que aconteceram, claro que não posso saber de tudo.’ Botei as mãos no bolso da calça nervosa e puxei uma cadeira para perto da cama de Arthur. 


Resumir os 3 últimos anos da vida de uma pessoa não é fácil, e mais do que resumir a vida dele, tive que resumir a minha e a de Diego também. Era como se eu estivesse revivendo tudo, cada momento, triste e feliz de nossas vidas. 

Quase uma hora depois senti um peso sair das minhas costas ao contar a parte do acidente que eu conseguia me lembrar e finalmente parar de falar olhando pra Arthur que ouvia atentamente cada palavra minha. Ele sorriu meigamente e parecia ainda tentar absorver tudo que eu tinha dito, ficou algum tempo encarando o teto como se tentasse lembrar de alguma coisa e depois me olhou. 
‘Então...nós não éramos exatamente namorados?!!’ Ele perguntou e eu balancei a cabeça confirmando. ‘Mas de vez em quando a gente se pegava?’ Ele sorriu maroto e eu senti meu rosto arder. 
‘Foram 2 longos anos morando juntos Arthur, nós somos humanos, certo?’ Sorri. 
‘Certo, certo. E se você me dissesse que nunca rolou nada eu ia começar a duvidar seriamente da minha masculinidade.’ Ele fez uma cara pensativa e eu ri. ‘Mas falando sério Lu, eu posso ter perdido uma parte da minha memória, mas eu ainda me conheço melhor do que ninguém e sei que se eu vivi com você durante 2 anos, mesmo que a gente nunca tenha namorado nem nada, sem duvida é porque você é realmente especial pra mim.’ 


Ele me encarou com aquele olhar que sempre me deixava sem reação, tão verdadeiro e tão puro. Ficamos nos encarando durante um tempo até meu celular tocar e o numero de casa aparecer no visor, pela hora provavelmente era Diego perguntando se eu não ia almoçar em casa. 
‘Hey pequeno.’ Sorri olhando pra Arthur. Desejei que ele lembrasse de tudo subitamente e falasse com Diego também. ‘Eu vou pra casa daqui a pouco tá bom meu amor? Espera a mamãe pra almoçar com você.’ Falei sorrindo e desliguei o celular vi que Arthur também sorria. 
‘Como ele é Lu?’ Ele sentou na cama me olhando animado e eu senti meus olhos mais uma vez se encherem de lágrimas. Ele é sem duvidas o cara que mais consegue me surpreender, seja qual for a situação. 
‘Ele é lindo Arthur, parece com você.’ Senti meu rosto arder um pouco e ele abriu um sorriso imenso. ‘Você costumava dizer que ele tinha seus olhos e seu nariz e a minha boca. A exata mistura de nós dois.’ Me aproximei um pouco da cama sorrindo. 
‘Então ele é realmente lindo.’ Ele estendeu a mão pra mim. Pensei alguns segundos antes de segurar a mão dele, tinha medo de sua reação, mas ele sorriu me passando confiança. ‘Lu, eu posso não lembrar de você, mas depois de ouvir você contando nossa historia sinto como se já te conhecesse há anos. É uma sensação engraçada.’ Ele deu risada apertando minha mão. Ouvimos uma batida na porta e eu me assustei soltando a mãe dele. 


‘Posso entrar?’ Katia botou a cabeça pra dentro do quarto e nós sorrimos balançando a cabeça. ‘Então, já conversaram?’ Ela entrou no quarto sorrindo. 
‘Já sim.’ Balancei a cabeça. ‘E bem, eu tenho que ir. Diego fica um pouco inquieto quando chega da escola e eu não to em casa.’ Sorri um pouco sem graça. 
‘Tudo bem minha querida.’ Katia sorriu meigamente. 
‘Quando você vem me ver de novo?’ Arthur perguntou sorrindo e eu senti meu coração dar pulinhos de alegria. 
‘Em breve, Arthur.’ Sorri e acenei saindo no quarto em seguida. 
 Me encostei numa parede próxima a porta e fiquei sorrindo comigo mesma durante algum tempo. Uma enfermeira passou me olhando estranho e eu acordei do meu pequeno transe, e fui em direção a saída do hospital antes que Diego ligasse de novo.
 
Continua...

O amor de uma vida 2


Capitulo 69


No Capitulo Anterior...

-Você tá bem Luh? - disse ele me sentando
-você ouviu o que eu ouvi?
-Ouvi - disse ele sorrindo
-O que que houve monkeysss? - perguntou o Chay , com a Mel do seu lado
-Você não ouviu o que ela falou cabeça? - falei
-a que você vão ser o par romântico um do outro - depois de um minuto olhando para a cara do Chay ele perceber  - AAAAAAAAAAR, você não são noivos?
-AVÁ - falei
-Cara Chay é serio você tá precisando de remédios- perguntou a Mel
-Mais que fofo vocês sendo noivos e trabalhando juntos - disse a Mel me abraçando
-Eu sei - disse a Sophia chegando e entrando no abraço
-Acho que isso é o começo de uma grande amizade - disse o Chay e logo depois pulando em cima de todos 
-Acho que é uma continuação - disse o Mica pulando em cima do Chay
-Gente vocês estão me esmagando - disse Lua choramingando - é serio 
-Porra gente ! - Arthur gritava - vocês estão machucando a Lua 
-Meu pé ficou preso - Chay tentava tirarpé que ficou preso debaixo no sofá - ai ta doendo !
-Chay seu idiota! - Sophia gargalhava 
-Perai Chay - disse Micael levantando e puxando o sofá soltando o pé do Chay que a esse ponto já estava quase chorando .
-amém!- disse Sophia levantando logo seguida por Mel
-Você tá bem Lua? - disse Arthur a levantando 
-to , só que eles estavam em cima do meu estomago , que está vazio , vazio - disse ela com bico
-a tadinha dela - disse Arthur rindo e a abraçando 
-Arthur to com fome
- eu sei disso - ele disse rindo 
-A tá , vou chamar alguém então que queira tomar café comigo - disse saindo andando 
Arthur gargalhava , até ver ela pegando o elevador e perceber que era serio

-Lua! - ele gritava pela rua , mas ela não virava - Lua Maria Blanco Andrade! - ele a pegou pelo braço - o que você está fazendo ?
- indo comer - ela fazia-se de desentendida
-A , indo comer - ele ria  sarcástico
-por que?
- e você me pergunta o por que? você saiu e me deixou sozinho lá!
- Arthur você não queria ir comigo , então eu vim  - ela o olhava 
-mas ... mas - ele se perdeu nos olhos dela e se perguntou o porque daquilo tudo , dando um beijo maravilhoso nela

Continuaa...